Sigilo e responsabilidades profissionais
O sigilo é um aspecto central do exercício profissional da psicologia. Pergunte como são tratadas informações pessoais, documentos e eventuais registros de atendimento, de acordo com as regras aplicáveis.
O uso de tecnologia não elimina deveres éticos. Também é legítimo esclarecer quais canais são utilizados para agendamento e o que não deve ser enviado por mensagens comuns.
Cuidados no local de onde você participa
Escolha, quando possível, um ambiente em que outras pessoas não escutem a conversa. Fones, controle de notificações e atenção a dispositivos compartilhados podem reduzir exposição involuntária.
Se você não dispõe de privacidade em casa, diga isso antes da sessão. Dependendo das circunstâncias, pode ser necessário repensar horário, local ou modalidade.
Conexão, interrupções e limites da tecnologia
Falhas de rede, bateria e ruídos podem ocorrer. Vale combinar com antecedência como agir em caso de queda da conexão e qual será o canal adequado para questões administrativas.
Não grave nem compartilhe sessões sem discutir expressamente o tema e seus limites éticos e legais. A facilidade técnica de gravar não equivale à autorização para fazê-lo.
Quando é preciso avaliar outro tipo de suporte
Condições de risco imediato, crise grave ou necessidades específicas podem exigir serviços presenciais e recursos da rede de saúde. A adequação do online depende de avaliação individual.
Antes de começar, confirme registro profissional, forma de contato, regras de sigilo e como serão conduzidos encaminhamentos quando necessários.
Perguntas frequentes
Posso fazer a consulta online com familiares no mesmo cômodo?
Privacidade é importante; converse com a profissional se não houver um espaço reservado.
Mensagens de WhatsApp substituem uma sessão?
Não automaticamente. Agendamento e comunicação administrativa não equivalem a psicoterapia estruturada.
