O que pode acontecer durante uma crise?
Algumas pessoas relatam respiração acelerada, suor, tremor, tensão, coração disparado ou sensação de perda de controle. Outras percebem pensamentos alarmantes e vontade de escapar do local.
Essas experiências podem ocorrer em várias condições. Não é seguro concluir, pela aparência dos sintomas, que a origem seja psicológica ou que não exista risco físico.
O que fazer sem se expor a riscos?
Procure um lugar seguro e, se possível, uma pessoa de confiança. Você pode tentar observar o ambiente e reduzir estímulos enquanto avalia como está se sentindo; não se force a continuar atividades que coloquem você em perigo.
Dor no peito, desmaio, dificuldade importante de respirar ou sintomas novos e graves justificam procurar atendimento de urgência. Se houver risco imediato à vida, acione o serviço de emergência.
Por que investigar episódios recorrentes?
Repetição, duração, situações associadas e medo de uma nova crise são informações úteis para uma consulta. Registrar o contexto pode auxiliar a conversa profissional, mas não equivale a um diagnóstico.
Também é importante considerar sono, uso de substâncias, condições médicas e outras fontes de estresse. A avaliação busca entender o quadro como um todo.
Como o acompanhamento pode ajudar?
Uma psicóloga pode trabalhar na compreensão dos episódios, na relação entre pensamentos e sensações e nos comportamentos de evitação, quando isso é indicado para a pessoa.
O tratamento depende da avaliação e pode incluir outros profissionais. Não é possível prometer que uma crise nunca mais ocorrerá ou definir um número fixo de sessões.
Perguntas frequentes
Crise de ansiedade e ataque de pânico são iguais?
Não necessariamente. Os termos têm usos diferentes e precisam de avaliação para caracterizar cada episódio.
Quando procurar emergência?
Em sintomas intensos, diferentes do habitual ou sugestivos de risco físico, busque atendimento imediato.
