Pular para o conteúdo
AUTOESTIMA

Autoestima e autocrítica: como compreender essa relação

Autoestima envolve a forma como percebemos e avaliamos a nós mesmos. Ela pode variar conforme experiências, relações, expectativas e fases de vida; não precisa ser positiva o tempo todo.

Por que a autoestima pode oscilar?

Erros, rejeições, mudanças profissionais e comparações constantes podem influenciar a maneira de se enxergar. A autocrítica, quando rígida, tende a tornar experiências difíceis ainda mais dolorosas.

Reconhecer qualidades não significa negar limitações. Uma percepção mais equilibrada pode incluir pontos fortes e dificuldades sem reduzir a identidade a nenhum deles.

O que observar no diálogo consigo mesma?

Frases automáticas como “eu nunca acerto” ou “todo mundo é melhor do que eu” podem ser examinadas em contexto. Perguntar de onde vêm, quando aparecem e como influenciam ações é um começo.

Isso não é uma receita para eliminar pensamentos desagradáveis, mas uma forma de reconhecer padrões.

Como o acompanhamento psicológico pode contribuir?

A terapia pode criar espaço para explorar experiências, expectativas, vínculos e formas de lidar com a autocrítica. O caminho é individual e depende dos objetivos da pessoa atendida.

Perguntas frequentes

Ter baixa autoestima é um transtorno?

Não necessariamente. Autoestima não é, por si só, um diagnóstico clínico.

Comparação nas redes sociais pode influenciar a autoestima?

Pode. O impacto depende de como a pessoa interpreta essas comparações e de outros fatores de sua vida.

Conteúdo informativo: não substitui avaliação psicológica individual. Em situações de risco imediato, procure atendimento de urgência.

PRÓXIMO PASSO

Quer saber mais sobre o atendimento?

Envie uma mensagem para esclarecer dúvidas sobre modalidade e disponibilidade de horários, sem compromisso de agendamento.

Entrar em contato pelo WhatsApp ↗
Agende sua Consulta